quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Depois do ato do milho revolts, será “Augusta Casa” segura para o povo que vai acompanhar os atos do legislativo?


Nesta terça-feira (21), na sessão ordinária da câmara Municipal de Paço do Lumiar, já nas considerações finais para findar a sessão, um militante conhecido por Roberval Costa, atualmente Guarda Municipal do município vinho, São José de Ribamar (SJRB), que também foi candidato a vereador no município luminense no pleito de 2016, em ato de revolta contra os edis, jogou milho na plenária da câmara legislativa. 

O ato protesto/revoltoso do militante, assevera em áudio, foi justo, à aprovação de um empréstimo, além disso, a falta de interesse dos edis em assinar uma ‘CPI’ confeccionada pela opositora Carmem Aroso (MDB), que tenta aglutinar apoio e assinatura para um fim político, tentar cassar o mandato do prefeito Domingos Dutra, Vale lembrar, que os “Aroso” vem desde a diplomação tentando criar fato político/jurídico para cassar o mandato do prefeito Dutra, eleito pelo povo luminense. 

Antes de lançar os milhos na plenária, o militante que fazia ‘tipo’ para uma selfie live, para distrair atenção, argumenta sobre a conduta em plenária dos vereadores “Lá não é um galinheiro, ‘não é pra milho que se dar galinha’ que eles estão levando pelo bico”, assim disse o militante. Em ato contínuo, lança o milho na plenária e corre, foi quando o presidente do legislativo se manifestou em tribuna, argumentando a agressão moral com os vereadores no exercício de suas função, e que iria tomar as medidas cabíveis para sanar o ato lesivo para não ocorrer eventualidades de atos como o que ocorreu naquela “Augusta Casa”, como diz o atrapalhado vereador Júlio Pinheiro (PEN), que recentemente declarou oposição ao governo com a benção de seu partido e amigos “Convoquei meu partido, meus assessores e minha família, para comunicar uma decisão pensada, equilibrada e mais correta a tomar”, diz Júlio toda atrapalhado em tribuna. 

Segundo informação, o militante, após o ato de lançar milho nos vereadores na plenária, os segurança da casa legislativa ainda tentaram segurar o militante, sem êxito, pois o mesmo tomou carreira sem dar chance de pega- pega. 

Logo após a carreira, o militante ainda se manifestou em grupo de WhatsApp “Voz Luminense” apavorado e pedindo ajuda, dizia ele que estava sendo perseguido, ora dizia, pelo segurança do presidente do legislativo luminense, Marinho do Paço, e ora dizia, pelo Prefeito e pela Primeira Dama. Isso demonstra que o militante não ficou bem do juízo depois que praticou o ato de jogar milho nos vereadores na plenária. 

O que chama atenção nesta eventualidade, é que a casa do povo, passou a ser a casa da bagunça, as pessoas entra faz o que quer e não sofre qualquer sanção, agora fica a indagação, será o legislativo luminense seguro para os próprios edis? Será aquela “Augusta Casa” segura para o povo que vai acompanhar os atos do legislativo?